ESPECIALIDADES

06/09/2011 20:14
 

As especialidades dos Aventureiros destinam-se a desafiar os meninos e meninas para adquirirem conhecimento especializado, focado em temas que atraiam sua atenção.

Cumprindo os requisitos das especialidades, o Aventureiro conquista o direito de ostentar, em sua faixa, insígnias especiais, que indicam os temas em que se tornou “especialista”.

RELAÇÃO COM AS CLASSES

Grande parte das especialidades dos Aventureiros está vinculada às Classes, como parte integrante delas.

Isso não significa que elas possam ser cumpridas apenas dentro das Classes correspondentes. Sua ligação com as Classes é automática, mas seu cumprimento pode ser estimulado e desenvolvido a qualquer momento de acordo com a capacidade do Aventureiro.

REQUISITOS

Especialidades tem requisitos muito menos flexíveis, em seu cumprimento, que os das Classes mas, em compensação, cumprido o exigido, nada mais se requer para considerá-las (as especialidades) concluídas.

O aproveitamento mínimo, exigido para aprovação nas especialidades, é de 100% de acerto, nos requisitos.

As insígnias das especialidades são confeccionadas dentro de um determinado padrão (formato, cores, desenhos, nomenclatura, etc.), definido pela Associação Geral da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Este padrão global é adaptado pelas Divisões, para refletirem a realidade de cada região do mundo.

QUEM INSTRUI E AVALIA

Os Conselheiros são os grandes responsáveis pelo modo como os Aventureiros vêem as especialidades.

Não se deve esquecer que estamos lidando com crianças – Se o seu objetivo for exigir muito será preciso, também, motivar muito. Você não pode fazer uma coisa sem fazer a outra.

 

 

QUEM MOTIVA

O instrutor deve ser criativo, conferindo grande significado às especialidades e despertando o interesse de cada Aventureiro por elas. Deve apresentar-lhes, continuamente, desafios e pôr à prova as crianças mais avançadas, sem desanimar os menos aplicados.

A meta é prover atividades para que cada criança experimente conquistas e aprenda novas coisas, de forma agradável e atraente. Diga, a cada menino e menina, que existe mais de uma forma correta para realizar determinada tarefa. Anime-as a sempre fazerem o melhor que podem. Não precisam ser perfeitos. Deus ainda não terminou Sua obra em nossa vida.

O QUE ATRAI

Quando os Aventureiros “percebem” uma grande importância associada com alguma coisa, isso os desafia e impulsiona na direção de obtê-la. Quem define esta importância é a liderança, pelo modo como cobra os requisitos, incentiva o esforço e recompensa as vitórias alcançadas.

Por isso, é aconselhável dar grande atenção à entrega dos “símbolos” destas conquistas, realizando uma cerimônia adequada.

A maioria das especialidades dos Aventureiros, como você já sabe, está ligada às Classes e funcionam como “objetivos de percurso”, dentro de um grande objetivo anual. Premiar algumas “etapas” deste percurso pode motivar novos esforços, para alcançar a aprovação no currículo total da Classe.

ANALISANDO O PADRÃO

Título da Especialidade – É o nome que a especialidade recebe. Geralmente é o nome do praticante de um ofício ou atividade. Quando vários níveis de habilidade, dentro da mesma especialidade, são previstos, um numeral romano (I, II, III...) é acrescentado, para diferenciar as especialidades entre si.
Logotipo – É a imagem da insígnia que os Aventureiros colocam na faixa.
Cor/Área a que pertence – Indica a uma das áreas de especialização da qual a especialidade faz parte com sua respectiva cor correspondente: Natureza(Verde), Atividades Domésticas(Amarela), Habilidades(Vermelho), Artes(Azul) e Atividades Espirituais(Branco).
Nº – Número do requisito. Os números de requisito são sempre algarismos arábicos (1, 2, 3, 4 ...), indicando inequivocamente cada uma das exigências para cumprir todo o currículo da especialidade.
Requisitos – Texto do requisito. O texto é técnico e indica exatamente o que se exige para a aprovação. Adaptações do texto, embora possíveis em circunstâncias especiais, devem ser aprovadas pelo Departamental ou Coordenador de Aventureiros da Associação /Missão. (Ele consultará os níveis organizacionais competentes e para a aprovação).

EXPOSIÇÕES PERIÓDICAS

Uma das maneiras mais práticas de avaliar, sem perda de tempo, os requisitos cumpridos pelo maior número possível de pessoas, é a realização de exposições.

Nelas, os Aventureiros apresentam os trabalhos práticos desenvolvidos ao cumprirem os requisitos das diversas Classes e Especialidades.

Além de poupar um bocado de tempo e energia, as exposições periódicas podem ser uma impressionante ferramenta de divulgação do Clube de Aventureiros.

Outro benefício das exposições é que, ao guardar muitos trabalhos para serem avaliados em uma ocasião única, um avaliador especialmente habilitado poderá ser convidado para examinar e aprovar o desempenho dos Aventureiros que estão expondo seus trabalhos.

Avaliadores locais de vários Clubes vizinhos podem, também, marcar uma exposição, conjunta, de trabalhos, e avaliarem grupo, ou em duplas, ou em seqüência, ou ... (as possibilidades são muitas.)

A Associação / Missão também pode promover uma exposição, anual, de Classes e Especialidades, para os Clubes que não tenham conseguido realizar nenhuma, por conta própria. Nesta ocasião, os avaliadores locais serão, certamente, convocados para atuarem como organizadores, promotores ou verificadores dos trabalhos apresentados.

 
 

 

 

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