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QUEM MOTIVA

O instrutor deve ser criativo, conferindo grande significado às especialidades e despertando o interesse de cada Aventureiro por elas. Deve apresentar-lhes, continuamente, desafios e pôr à prova as crianças mais avançadas, sem desanimar os menos aplicados.
A meta é prover atividades para que cada criança experimente conquistas e aprenda novas coisas, de forma agradável e atraente. Diga, a cada menino e menina, que existe mais de uma forma correta para realizar determinada tarefa. Anime-as a sempre fazerem o melhor que podem. Não precisam ser perfeitos. Deus ainda não terminou Sua obra em nossa vida.
O QUE ATRAI

Quando os Aventureiros “percebem” uma grande importância associada com alguma coisa, isso os desafia e impulsiona na direção de obtê-la. Quem define esta importância é a liderança, pelo modo como cobra os requisitos, incentiva o esforço e recompensa as vitórias alcançadas.
Por isso, é aconselhável dar grande atenção à entrega dos “símbolos” destas conquistas, realizando uma cerimônia adequada.
A maioria das especialidades dos Aventureiros, como você já sabe, está ligada às Classes e funcionam como “objetivos de percurso”, dentro de um grande objetivo anual. Premiar algumas “etapas” deste percurso pode motivar novos esforços, para alcançar a aprovação no currículo total da Classe.
ANALISANDO O PADRÃO

Título da Especialidade – É o nome que a especialidade recebe. Geralmente é o nome do praticante de um ofício ou atividade. Quando vários níveis de habilidade, dentro da mesma especialidade, são previstos, um numeral romano (I, II, III...) é acrescentado, para diferenciar as especialidades entre si.
Logotipo – É a imagem da insígnia que os Aventureiros colocam na faixa.
Cor/Área a que pertence – Indica a uma das áreas de especialização da qual a especialidade faz parte com sua respectiva cor correspondente: Natureza(Verde), Atividades Domésticas(Amarela), Habilidades(Vermelho), Artes(Azul) e Atividades Espirituais(Branco).
Nº – Número do requisito. Os números de requisito são sempre algarismos arábicos (1, 2, 3, 4 ...), indicando inequivocamente cada uma das exigências para cumprir todo o currículo da especialidade.
Requisitos – Texto do requisito. O texto é técnico e indica exatamente o que se exige para a aprovação. Adaptações do texto, embora possíveis em circunstâncias especiais, devem ser aprovadas pelo Departamental ou Coordenador de Aventureiros da Associação /Missão. (Ele consultará os níveis organizacionais competentes e para a aprovação).
EXPOSIÇÕES PERIÓDICAS

Uma das maneiras mais práticas de avaliar, sem perda de tempo, os requisitos cumpridos pelo maior número possível de pessoas, é a realização de exposições.
Nelas, os Aventureiros apresentam os trabalhos práticos desenvolvidos ao cumprirem os requisitos das diversas Classes e Especialidades.
Além de poupar um bocado de tempo e energia, as exposições periódicas podem ser uma impressionante ferramenta de divulgação do Clube de Aventureiros.
Outro benefício das exposições é que, ao guardar muitos trabalhos para serem avaliados em uma ocasião única, um avaliador especialmente habilitado poderá ser convidado para examinar e aprovar o desempenho dos Aventureiros que estão expondo seus trabalhos.
Avaliadores locais de vários Clubes vizinhos podem, também, marcar uma exposição, conjunta, de trabalhos, e avaliarem grupo, ou em duplas, ou em seqüência, ou ... (as possibilidades são muitas.)
A Associação / Missão também pode promover uma exposição, anual, de Classes e Especialidades, para os Clubes que não tenham conseguido realizar nenhuma, por conta própria. Nesta ocasião, os avaliadores locais serão, certamente, convocados para atuarem como organizadores, promotores ou verificadores dos trabalhos apresentados.
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